O desfecho de um julgamento
Para aos árbitros que trabalharam no jogo entre Ermo x Sombrio, pela Copa AMESC de Futsal Masculino, jogo que redundou em confusão e que gerou um relatório confuso e até comprometedor, o tiro saiu pela culatra.
O trabalho de defesa de Sombrio foi eficiente e conseguiu provar para os auditores da Comissão Disciplinar, que houve má fé por parte da arbitragem. Segundo Alan Claudino, secretário de cultura e esportes de Sombrio, que realizou a defesa de seus atletas, o árbitro carregou no relatório, “conforme havia prometido para um dos jogadores”.
A presença de testemunhas idôneas, como foi o caso do próprio técnico da equipe adversária e de um diretor de departamento de esportes, fez com que os auditores atentassem para a forma seletiva utilizada pelos árbitros ao relatar, com riqueza de detalhes, agressões imputadas aos jogadores de Sombrio.
Na decisão, punição para quem realmente assumiu o que tinha feito contra a arbitragem, que foram os membros da comissão técnica, todos apenados com suspensão por prazo.
Araranguá está fora da Copa AMESC
A equipe da categoria livre de Araranguá pagou o devido preço por não ter comparecido ao Ginásio Padre Ézio Julli para enfrentar Turvo, na sua estréia na Copa AMESC. Araranguá perdeu os pontos do jogo e foi eliminado da competição, conforme reza o CJDSC.
Já, os meninos do sub 17, por terem comparecido, mesmo que fora do horário, foram punidos com a perda de pontos, mas permanecem na competição.
Tanto o professor Darlan como a sua auxiliar, Elenita, que foi o pivô dos acontecimentos, saíram aliviados do auditório da AMESC, pois ambos queriam ver a equipe sub 17 dando sequência a sua participação na competição.
O descumprimento de formalidades legais
Não só Araranguá, mas também Sombrio, reclamaram da falta de cumprimento de algumas formalidades legais para a realização da sessão de julgamento.A primeira delas a falta de edital de citação assinado pelo presidente da CD; a segunda a falta de denúncia e a terceira, o não acesso ao processo em tempo hábil para preparar a defesa.
E foi aí neste momento que ficou escancarado por que a AMESC tem problemas na consecução de seus campeonatos. O diretor Aloísio Panata trata o departamento de esportes da entidade como se fosse coisa sua e desconsidera preceitos legais.
Num determinado momento ele chegou a citar, falando sobre datas e horários para jogos, quando de acordos entabulados por diretores de departamentos: “Eles podem se acertar entre eles, mas só vale se eu aceitar”.
A decisão do municipal de Araranguá
Depois de marchas e contra marchas a decisão será mesmo no Mané Gregório. O CT Emerson Almeida ainda não tem piso em condições de receber jogos. Assim caiu por terra a pretensão do Santa Cruz, do presidente Marcelo.
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